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BALANCETE DA VIDA PESSOAL

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Esse produto trabalha:
Cálculo de Risco Criatividade e Inovação Finanças Ideia de Projeto Ver Todos os Jogos

Descrição:

O exercício “Balancete Pessoal” é um bom exemplo de exercício de aprendizagem estruturada que foi continuamente desenvolvido por alguns anos, até se encontrar a forma mais apropriada. Ainda assim, muitos facilitadores do CEFE o aplicam com profundidade e estilo variáveis. No capítulo de “Minimizar/Maximizar” (ver G.2) algumas possibilidades adicionais de aplicação são citadas.

 Este exercício é também muito interessante porque surgiu quando cinco dos mais famosos facilitadores do CEFE colocaram a cabeça para funcionar em conjunto, na fase preparatória do “Treinamento de Treinadores” em 1990, em Bangkok, onde buscavam um exercício poderoso que desse aos futuros empreendedores uma visão completa de seu ativo e de seu passivo pessoal. A primeira coisa que lhes veio à mente durante uma sessão de “brainstorming” sobre o problema foi um balanço financeiro descrevendo todos os ativos e passivos em uma folha de papel. Nascia a idéia básica, e o exercício, daí em diante chamado de “balancete pessoal”, foi moldado de forma a que os participantes do curso tivessem que fazer um levantamento de seu patrimônio e de seus débitos pessoais. Este exame levava a certos superávits (mas às vezes também a déficits) que se destinavam a ser investidos no projeto pessoal (que, aliás, não estava ainda elaborado àquela altura!). 

 Com o tempo, foi se tornando evidente que os participantes – em especial nas áreas urbanas, e no que tocava à situação financeira dos outros membros da família – não estavam muito dispostos a tratar de seus ativos em público, de modo que o exercício foi remodelado, e o preenchimento dos formulários se tornou mais uma espécie de levantamento privativo dos recursos pessoais, sem necessariamente envolver a troca de informações a respeito dos números envolvidos, entre os participantes. Em muitos casos, os participantes não eram capazes de chegar a cifras confiáveis, porque algumas delas, em especial aquelas relativas a rendas e despesas familiares, simplesmente não eram conhecidas no momento do exercício (que acontecia nos primeiros dias do programa de treinamento). Pais, responsáveis, e outros membros da família com recursos financeiros, precisavam ser entrevistados de modo a se chegar a um quadro realista.

 Outra fraqueza inerente ao exercício, do ponto de vista da aprendizagem pela ação, era o fato de que ele era apenas feito no papel. Apesar da importância dos números para os cálculos futuros do projeto de cada um, um certo desconforto foi ganhando terreno, e uma versão mais vibrante acabou sendo criada. A nova versão colocava mais ênfase em talentos pessoais, competências e conhecimentos adquiridos, que – da mesma forma que toda a base financeira mencionada acima – contribuem consideravelmente para o sucesso ou fracasso dos projetos dos participantes. Este inventário de habilidades pessoais “vendáveis” foi colocado sob um formato de simulação que servia de introdução ao balancete puramente financeiro que era elaborado em uma segunda etapa. 

Material a ser providenciado: xerox dos anexos.


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